Mercado livre de energia ou energia solar? Essa é uma questão feita por diversos empresários quando pretendem encontrar uma forma de economizar o consumo de luz.

Mas, afinal, qual é a melhor escolha para o seu negócio?

Para ajudar você decidir de forma mais acertada, preparamos este conteúdo para que você compreenda as diferenças dessas duas formas de contar com mais economia.

Portanto, não deixe de conferir este artigo até o final para ficar por dentro do assunto.

Mercado livre de energia

O mercado livre de energia é uma alternativa que possibilita a compra de energia mais barata e limpa sem que o empreendedor esteja totalmente vinculado a distribuidora.

Dentro dessa opção, é possível que você escolha a quantidade de energia a ser comprada, o fornecedor e o preço.

Além disso, para que essa compra ocorra por um valor menor, é preciso adquirir a energia diretamente com os geradores, resultando assim em um poder maior de negociação.

No funcionamento tradicional do mercado a negociação da energia ocorre através da distribuidora, sendo que o preço é repassado ao consumidor todo mês, levando em consideração reajustes anuais, sistema de bandeiras tarifárias e revisões nas tarifas, que ocorrem com um espaço maior de tempo.

Nas duas situações, a distribuidora se encarrega ainda de transportar a energia adquirida até a unidade que vai consumir, incluindo a transmissão e a distribuição.

Saiba mais em: Entenda mais sobre o Mercado Livre de Energia

Energia solar

Por outro lado, temos a opção de energia solar, que, em nível básico, consiste em transformar a luz solar em eletricidade.

Essa dinâmica ocorre através da instalação de placas fotovoltaicas.

Esse mercado tem apresentado um crescimento bem relevante nos últimos anos, ainda mais com as linhas de financiamento especiais para a tecnologia.

Atualmente, são mais de 600 mil empresas de energia solar atuando no Brasil.

Através desse tipo de energia, o consumidor, seja ele pessoa física ou jurídica, produz também a sua própria energia.

Porém, esse fato não desobriga o consumidor de pagar as tarifas destinadas à distribuidora de energia.

A partir do momento em que uma empresa ou uma casa faz a escolha pela energia solar, elas são incluídas no sistema de geração distribuída.

A geração distribuída nada mais é do que o sistema onde os consumidores vão produzir a sua própria energia.

Se trata de uma vantagem, já que pode diminuir consideravelmente os custos, ainda que requeira investimentos.

Saiba mais em: O que é energia solar e como ela gera energia elétrica

Quando o Mercado livre de energia ou a Energia Solar se mostram mais vantajosos que o outro?

Em relação ao mercado livre de energia, os grandes consumidores que se enquadram no grupo A, de média ou alta tensão, não são capazes de fazer uma absorção total da economia gerada através da energia solar na geração distribuída.

Quanto maior for a taxa de consumo, maior será a quantidade de placas solares necessárias, além dos espaços físicos para a instalação.

Nesses casos, o mercado livre de energia se mostra a melhor opção.

Por outro lado, a energia solar é a opção mais vantajosa quando os consumidores se enquadram no grupo B, de baixa tensão, incluindo as unidades comerciais, ou no grupo A, com potência mais baixa, incluindo centros logísticos e indústrias de pequeno porte.

Porém, é necessário se atentar a certas condições, como espaço para instalação, taxa de incidência da luz solar no local, entre outros fatores.

Mas afinal, vou me livrar da distribuidora de energia?

Em nenhuma das duas opções você vai deixar de fazer o pagamento da fatura de energia elétrica para a distribuidora.

Para que você compreenda o motivo, é necessário entender o funcionamento do setor elétrico.

De um modo geral, este setor é composto por quatro fases:

  • Geração: processo de geração de energia;
  • Transmissão: fase encarregada de transportar a energia elétrica da usina geradora para as unidades de distribuição;
  • Distribuição: fase de transporte de energia para o consumidor final;
  • Consumo: a energia é entregue ao consumidor e medida através da distribuidora de energia.

Geralmente, o consumidor paga os valores de cada uma dessas fases de forma separada, a depender do tipo de fatura de luz.

De maneira geral, existem duas tarifas:

  • Tarifa de energia elétrica (TE);
  • Tarifa de uso do sistema de distribuição (TUSD);

A TE se relaciona a energia consumida, enquanto a TUSD consiste no serviço prestado pela distribuidora ao transportar a energia até a unidade de consumo.

É preciso lembrar que a “demanda contratada” não faz referência as duas tarifas acima citadas, mas sim ao valor que o grupo A paga para a concessionária de energia pela disponibilidade de potência de rede.

Em quanto tempo terei retorno?

O investimento na energia solar requer um aporte inicial na compra dos equipamentos e serviço, trazendo um retorno mais longo que no mercado livre, porém um montante maior.

Já no mercado livre de energia, há um baixo investimento e a economia acaba sendo mais rápida.

O nível de economia do mercado livre fica em torno de 15% a 25%, enquanto no sistema de energia solar, contamos com uma taxa de economia maior, principalmente a longo prazo, tornando-se assim, mais atrativa para consumidores que buscam estabilidade já pensando em períodos de tempo bem mais prolongados.

Diante do contexto analisado até aqui, é preciso ficar atento a três aspectos principais na hora de escolher a opção mais adequada ao seu negócio:

  • Aspecto técnico;
  • Aspecto estratégico;
  • E valor de investimento.

Assim, é possível contar com mais conhecimento e condições técnicas para analisar a escolha entre o mercado livre de energia ou energia solar.

E saiba que a Ledax oferece as melhores soluções nesse sentido, ajudando você a definir qual a melhor opção para o seu negócio.

 

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